
| GRÃO-MESTRE | ||
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| NOME: | JOSÉ NAZARENO NOGUEIRA LIMA | |
| E-MAIL: | nazareno@glepa.org.br | |
| GRÃO-MESTRE ADJUNTO | ||
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| NOME: | WAGNER SPÍNDOLA DE ATAÍDE | |
| E-MAIL: | wagner@glepa.org.br | |
| GRANDE TESOUREIRO | ||
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| NOME: | ADONAI EBER RODRIGUES LEITÃO | |
| E-MAIL: | adonai@glepa.org.br | |
| GR:. SEC:. DAS RREL:. IINT:. | ||
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| NOME: | JOSÉ MATIAS LOPES | |
| E-MAIL: | matias@glepa.org.br | |
| PRESIDENTE DA BENEFICÊNCIA MAÇÔNICA | ||
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| NOME: | RAIMUNDO MAGNO SILVA | |
| E-MAIL: | magno@glepa.org.br | |
| GR:. SEC:. DAS RREL:. EEXT:. | ||
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| NOME: | ||
| E-MAIL: | ||
A Grande Loja Maçônica do Pará é uma organização soberana e independente, com governo e responsabilidade ritualística e administrativa. Não divide sua autoridade e soberania nem se sujeita ao domínio ou controle de qualquer outra Potência Maçônica, nacional ou estrangeira. Assim constituída, e no interesse de melhor governar os maçons da Fraternidade, pela representação geral e eqüitativa, a Grande Loja Maçônica do Pará tem, por princípios, o amor a Deus, ao Brasil, à Humanidade e à Família; e, por objetivo, pregar e propagar a tolerância, o respeito e o amor fraternal, que garantem a liberdade de consciência e a livre manifestação do pensamento dentro da Moral e da obediência às leis do País, que permitirão, com virtude e sabedoria, a consecução do sublime ideal Maçônico – a Paz Universal, pela confraternização dos povos. Como suprema autoridade administrativa e litúrgica, a Grande Loja Maçônica do Pará é o único Poder de onde emanam Leis e Regulamentos para o governo de Lojas e Maçons de sua jurisdição. Assim também, só ela pode alterar, revogar ou anular essas Leis e Regulamentos, sempre, porém, respeitando as Constituições de Anderson, as Antigas Obrigações, os Landmarks e as Leis do Simbolismo.
I – A Maçonaria proclama, desde a sua origem,
a existência de um Princípio Criador, ao qual em respeito a
todas as religiões, denomina Grande Arquiteto do Universo.
II – A Maçonaria não impõe limites à investigação
da verdade e, para garantir essa liberdade, exige de todos a maior tolerância;
III – A Maçonaria é acessível aos homens de todas
as raças, classes e crenças que religiosas quer políticas,
excetuando as que privem o homem da liberdade de consciência, da manifestação
do pensamento, restrinjam os direitos e a dignidade da pessoa humana e exijam
submissão incondicional.
IV – A Maçonaria Simbólica compõe-se de três
Graus universalmente reconhecidos e adotados: Aprendiz, Companheiro e Mestre;
V – A Maçonaria além de combater a ignorância
em todas as suas modalidades, constitui-se numa escola, impondo-se o seguinte
programa:
a) obedecer às leis democráticas do pais;
b) viver seguindo o ditames da honra;
c) praticar justiça;
d) amar o próximo;
e) trabalhar pelo progresso do homem;
VII – A Maçonaria proíbe discussão político-partidária
e religioso-sectária em seus Templos;
VIII – A Maçonaria adota o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso,
considerados como suas três Luzes Emblemáticas, que deverão
estar sobre o Altar dos Juramentos.
A par dessa definição e da declaração formal
da aceitação dos “Landmarks”, codificados por
Albert Gallatin Mckey, proclama, também, os seguintes princípios:
I – amara a Deus, a Pátria, a Família e a humanidade;
II praticar a beneficência, de modo discreto, sem huminhar;
III – praticar a solidariedade maçônica, nas causas justas,
fortalecendo os laços de fraternidade;
IV – defender os direitos e as garantias individuais;
V – considerar o trabalho lícito e digno como dever do homem;
VI – exigir de seus membros boa reputação moral, cívica,
social e familiar, pugnando pelo aperfeiçoamento dos costumes;
VII – exigir tolerância para com toda forma de manifestação
de consciência, de religião ou de filosofia, cujos objetivos
sejam os de conquistar a verdade, a moral, a paz e o bem social;
VIII – lutar pelo princípio da equidade, dando a cada um o
que for justo, de acordo com su capacidade, obras e méritos;
IX – combater o fanatismo, as paixões, o obscurantismo e os
vícios.
Os ensinamentos maçônicos orientam seus membros a se dedicar
à felicidade de seus semelhantes, não só porque a razão
a moral lhes impõem tal obrigação, mas também
porque esse sentimento de solidariedade os faz irmãos.
A Grande
Loja Maçônica do Pará foi constituída, legal e legitimamente, a
28 de julho de 1927, pelas seguintes Lojas Simbólicas, justas, perfeitas
e regulares:
“Firmeza e Humanidade” nº 1 (instalada a 1º de março de 1858);
“Cosmopolita”, nº 2 (instalada a 1º de junho de 1864);
“Renascença”, nº 03 (instalada a 10 de outubro de 1872);
“Antonio Baena”, nº 4 (instalada a 24 de agosto de 1899) e
“Firmeza e Fraternidade Sourense”, nº 5 (instalada a 25 de junho de 1922);
Em 1934, foram incorporadas à Grande Loja, depois de ultimado o processo legal de regularização e instalação, sendo-lhes expedida Carta Constitutiva e tornando-se justas, perfeitas e regulares, as seguintes Lojas Simbólicas:
“Resistência”,
nº 7 (fundada a 5 de março de 1928);
“Harmonia”, nº 8 (fundada a 28 de março de 1857);
“Harmonia e Fraternidade”, nº 9 (fundada a 15 de novembro de 1858);
“Cavaleiros de Malta”, nº 10 (fundada a 3 de outubro de 1927);
“Fraternidade Alenquerense”, nº 11 (fundada a 7 de fevereiro de 1932) e
“Fraternidade Pinheirense”, nº 12 (fundada a 26 de junho de 1918),
situadas,
a primeira, ao Oriente da cidade de Igarapé-Açu, sede do município de igual
nome, na zona Bragantina, Estado do Pará, as segunda, terceira e quarta,
ao Oriente da cidade de Belém, capital do Estado do Pará, a quinta ao Oriente
da cidade de Alenquer, sede do município de Alenquer, Estado do Pará, e
a sexta, ao Oriente da Vila de Icoaraci, município de Belém, Estado do Pará.
Destas doze Lojas, desapareceram as de nº 4 e 10, as quais, depois de obtida
prévia autorização da Grande Loja, se fundiram com as de nº 2 e 9, respectivamente.
Posteriormente, abateram colunas as de nº 2 e 7.
Após a publicação do Decreto nº 105, de 18 de setembro de 1947 (E\ V\), fundaram-se as seguintes Lojas:
todas posteriormente dissolvidas.
Em 24 de julho de 1947, foi fundada na cidade de Macapá, capital do Território Federal do Amapá, a Loja “Duque de Caxias”, que tomou o número 16; a 9 de fevereiro de 1954, na cidade de Santarém, a Loja “Firmeza e Harmonia Santarena”, sob o nº 17; a 14 de julho de 1954, na cidade de Carolina Estado do Maranhão, a Loja “Caridade e Justiça de Carolina”, sob o nº 18; a 10 de outubro de 1954, na cidade de Óbidos, a Loja “Força e Harmonia”, sob o nº 19; a 4 de julho de 1957, na cidade de Capanema, a Loja “Lealdade”, sob o nº 20; a 7 de julho de 1957, em Belém do Pará, a Loja “Apolinário Moreira”, sob o nº 21; a 27 de março de 1958, na cidade de São Luiz, capital do Estado do Maranhão, a Loja “Independência”, sob o nº 22; a 24 de abril de 1959, na cidade de Juruti, Estado do Pará, a Loja “Amor e Justiça Jurutiense”, sob o nº 23; a 13 de outubro do mesmo ano, a Loja “Deus e Caridade”, sob o nº 24, na cidade de Codó, Estado do Maranhão; a 13 de setembro, também de 1959, a Loja “Saldanha Marinho”, nº 25, na cidade de Abaetetuba, Estado do Pará;Loja “Lauro Sodré”, sob o nº 26, em São Luiz, capital do Estado do Maranhão, a 21 de janeiro de 1960. A 4 de abril de 1960, por Decreto nº 7/60, foi regularizada a Loja “Fênix”, que tomou o nº 27, fundada em Belém do Pará, a 1º de julho de 1957. A 15 de novembro de 1960, foi regularizada a Loja “Luz e Fraternidade Castanhalense”, ao Oriente de Castanhal, Estado do Pará, a qual tomou o nº 28. As Lojas “Independência”, nº 22, “Deus e Caridade”, nº 24 constituindo, em seguida, a Muito Respeitável Grande Loja do Maranhão, instalada a 28 de julho de 1960, cuja Carta Constitutiva foi outorgada pela Muito Respeitável Grande Loja do Pará. A Loja nº 23 abateu colunas. Após a publicação do Decreto nº 14/59;, de 22 de dezembro de 1959, fundaram-se as seguintes Lojas: em 7 de novembro de 1963, a de nº 29, sob o título de “Harmonia Padre Eutíquio”, instalada em 17 de fevereiro de 1964, na cidade de Belém; em 13 de maio de 1967, a de nº 30, sob o título de “Abolição”, instalada em 19 de agosto de 1967, na cidade de Belém, em 27 de dezembro de 1968, a de nº 31, sob o título de “Acácia do Norte”, instalada em 24 de janeiro de 1969, na cidade de Macapá, capital do Território Federal do Amapá; em 14 de maio de 1971, a de nº 32, sob o título de “Fraternidade e Lavor Brevense”, instalada em 18 de junho de 1971, na cidade de Breves; em 28 de maio de 1971, a de nº 33, sob o título de “Vitória Régia”, instalada em 19 de junho de 1971, na cidade de Oriximiná; em 4 de outubro de 1974, a de nº 34, sob o título de “Gonçalves Ledo”, na cidade de Paragominas; em 11 de maio de 1975, a de nº 35, sob o título de “Estrela da Amazônia”, instalada em 27 de setembro de 1975 na cidade de Altamira. Posteriormente, foram fundadas mais as seguintes Lojas: em 2 de julho de 1977, a “Luz e Caridade Rondonense”, instalada em 30 de agosto de 1977, sob o nº 36, em Vila Rondon, atualmente cidade de Rondon do Pará; em 25 de abril de 1977, a “Unidade Izabelense”, instalada na mesma data, sob o nº 37, na cidade de Santa Izabel do Pará; em 2 de setembro de 1977, a “Luz e Fraternidade Irituiense”, instalada em 16 de setembro de 1977, sob o nº 38, na Vila Mãe, município de Irituia; em 7 de outubro de 1977, a “Poder Universal”, instalada em 23 de fevereiro de 1978, sob o nº 39, na cidade Capitão Poço; em 7 de setembro de 1978, a “Renascença de Tomé Açu”, instalada em 17 de setembro de 1979, sob o nº 40, na cidade de Tomé Açu; em 9 de janeiro de 1979, a “Constelação Mosqueirense”, instalada em 14 de julho de 1979, sob o nº 41, na Vila do Mosqueiro, município de Belém; em 11 de agosto de 1979, a “Acácia do Tapajós”, instalada em 15 de fevereiro de 1980, sob o nº 42, na cidade de Itaituba; em 2 de setembro de 1979, a “Nova Acácia do Araguaia”, instalada em 20 de outubro de 1979, sob o nº 43, na cidade de São Domingos do Araguaia; em 2 de setembro de 1979, a “Pioneira da Transamazônica”, instalada em 20 de outubro de 1979, sob o nº 44, na cidade de Marabá; em 2 de setembro de 1979, a “União e Fraternidade Xinguarense”, instalada em 20 de outubro de 1979, sob o nº 45, na cidade de Xinguara; em 22 de novembro de 1980, a “Antonio Alvino da Silva”, instalada em 25 de abril de 1981, sob o nº 46, na cidade de São Miguel do Guamá; em 7 de agosto de 1981, a “Antonio Alves Martins”, instalada em 29 de janeiro de 1983, sob o nº 47, na cidade de Tucuruí; em 21 de abril de 1982, a “União e Fraternidade Juscelino Kubitschek”, instalada em 8 de abril de 1983, sob o nº 48, na Vila Felino Muller, atualmente Dom Eliseu, município de Paragominas; em 27 de novembro de 1983, a “Acácia de Jacundá”, instalada na mesma data, sob o nº 49, na cidade de jacundá; em 13 fevereiro de 1984, a “De Campos Ribeiro”, instalada em 20 de fevereiro de 1984, sob o nº 51, na cidade de Belém; em 20 de fevereiro de 1984, a “Rei Salomão”, instalada em 20 de março de 1984, sob o nº 52, na cidade de Castanhal; em 17 de março de 1984, a “Cavaleiros do Setentrião”, instalada em 21 de junho de 1984, sob o nº 54, na cidade Macapá, Território Federal do Amapá; em 14 de julho de 1984, a “Estrela de Tucumã”, instalada na mesma data, sob o nº 55, na cidade de Tucumã, município de São Felix do Xingu, e em 2 de julho de 1984, a “Armando do Amaral Sá”, instalada em 11 de agosto de 1984, sob o nº 56, na cidade de Belém. Foram, ainda, regularizadas, as Lojas “Independência”, em 21 de dezembro de 1983, e “Fênix e Fraternidade”, em 21 de agosto de 1984, que tomaram os nº 50 e 53, respectivamente. Em 27 de novembro de 1984, foi concedido o desligamento da Loja “Caridade e Justiça de Carolina”, nº 18 para fins de filiação à Grande Loja do Maranhão.
LOJAS JURISDICIONADAS:
| LOJA E NÚMERO |
ORIENTE |
DATA DE FUNDAÇÃO |
| Abolição nº 30 | Belém | 13/05/1967 |
| Acácia de Jacundá nº 49 | Jacundá | 27/11/1983 |
| Acácia do Tapajós nº 42 | Itaituba | 11/08/1979 |
| Alberto Nunes nº 74 | Bragança | 07/09/1997 |
| Antonio Alves Martins nº 47 | Tucurui | 07/08/1981 |
| Antonio Alvino da Silva nº 46 | São Miguel do Guamá | 22/11/1980 |
| Antonio Baena nº 4 | Belém | 24/08/1899 |
| Apolinário Moreira nº 21 | Belém | 07/07/1957 |
| Armando do Amaral Sá nº 56 | Belém | 02/07/1984 |
| Aurora do Tapajós nº 67 | Santarém | 13/04/1991 |
| Cândido Marinho da Rocha nº 62 | Belém | 14/06/1986 |
| Cavaleiros de Malta nº 10 | Belém | 03/10/1927 |
| Colunas da Justiça nº 63 | Rio Maria | 09/04/1989 |
| Constelação Mosqueirense nº 41 | Mosqueiro | 09/01/1979 |
| Cosmopolita nº 2 | Belém | 01/06/1864 |
| De Campos Ribeironº 51 | Belém | 13/02/1984 |
| Estrela da Amazônia nº 35 | Altamira | 11/05/1975 |
| Estrela de Belém nº 76 | Belém | 26/06/2002 |
| Estrela de Canaã nº 78 | Canaã dos Carajás | |
| Estrela de Tucumã nº 55 | Tucumã | 14/07/1984 |
| Estrêla do Pacajá nº 73 | Pacajá | 24/06/1996
|
| Estrela do Uruará nº 60 | Uruará-Altamira | 02/05/1986 |
| Estrela do Xingú nº 69 | São Felix do Xingu | 06/06/1992 |
| Fênix e Fraternidade nº 53 | Belém | 22/05/1984 |
| Fênix nº 27 | Belém | 01/07/1957 |
| Firmeza e Fraternidade Sourense nº 5 | Soure | 25/06/1922 |
| Firmeza e Harmonia Santarena nº 17 | Santarém | 09/02/1954
|
| Firmeza e Humanidade Marabaense nº 6 | Marabá | 12/06/1927 |
| Firmeza e Humanidade nº 1 | Belém | 28/05/1857 |
| Força do Mirante nº 59 | Monte Alegre | 18/02/1985 |
| Força e Harmonia nº 19 | Óbidos | 10/10/1954 |
| Força e União Ourilandense nº 68 | Ourilandia do Norte | 06/06/1992 |
| Fraternidade Alenquerense nº 11 | Alenquer | 07/02/1932 |
| Fraternidade e Lavor Brevense nº 32 | Breves | 14/05/1971 |
| Fraternidade e Luz de Rurópolis nº 81 | Rurópolis | 19/04/2004 |
| Fraternidade Pinheirense nº 12 | Icoaraci | 26/06/1918 |
| Gonçalves Ledo nº 34 | Paragominas | 04/10/1974 |
| Harmonia e Fraternidade nº 9 | Belém | 15/11/1858 |
| Harmonia Padre Eutíquio nº 29 | Belém | 07/11/1963 |
| Harmonia nº 8 | Belém | 28/03/1857 |
| Independência nº 50 | Belém | 21/12/1983
|
| José de Moura Pina nº 79 | Castanhal | 02/02/2004 |
| Lealdade e Justiça nº 61 | Parauapebas | 31/05/1985 |
| Lealdade nº 20 | Capanema | 04/07/1957 |
| Luz do Oriente nº 72 | Vila Bela Vista | 18/11/1995
|
| Luz e Caridade Rondonense nº 36 | Rondon do Pará | 02/07/1977 |
| Luz e Fraternidade Castanhalense nº 28 | Castanhal | 15/11/1959 |
| Luz e Fraternidade nº 38 | Mãe do Rio | 02/09/1977 |
| Luz e Justiça nº 66 | Barcarena | 13/11/1989 |
| Filho de Fé nº 57 | Ananindeua | 13/05/1984 |
| Nova Acácia do Araguaia nº 43 | São Domingos do Araguaia | 02/09/1979 |
| Obreiros da Paz nº 71 | Novo Repartimento | 07/06/1994 |
| Os Templários nº 77 | Belém | 31/09/2002 |
| Paulo Umbelino Ferreira nº 70 | Breu Branco | 15/05/1991 |
| Pioneira da Transamazônica nº 44 | Marabá | 02/09/1979 |
| Rei Salomão nº 52 | Castanhal | 29/02/1984 |
| Renascença de Tome-Açu nº 40 | Tomé-Açu | 07/09/1978 |
| Renascença nº 3 | Belém | 10/10/1872 |
| Saldanha Marinho nº 25 | Abaetetuba | 13/09/1959 |
| Santo Graal nº 82 | Belém | 02/08/2004 |
| União e Fraternidade de Carajás nº 58 | Serra dos Carajás | 28/04/1985 |
| União e Fraternidade J K nº 48 | Dom Elizeu | 21/04/1982 |
| União e Fraternidade Xinguarense nº 45 | Xinguara | 02/09/1979 |
| União e Justiça de Floresta nº 80 | Floresta do Araguaia | 15/04/2004 |
| União e Trabalho nº 64 | Redenção | 02/12/1989 |
| União e Vitória nº 65 | Ulianópolis | 21/10/1989 |
| Unidade Izabelense nº 37 | Santa Izabel do Pará | 25/04/1977 |
| Vitória Régia nº 33 | Oriximiná | 28/05/1971 |

